Ginecologia e Cirurgia · CRM-DF 14030
A cirurgia robótica une as pequenas incisões da videolaparoscopia a uma visão 3D ampliada e instrumentos articulados. O Dr. Marcos Dib realiza cirurgias ginecológicas com plataforma robótica e indica a técnica quando ela traz benefício real para o seu caso.
O cirurgião fica em um console dentro da sala cirúrgica e comanda os braços robóticos com as mãos e os pés. Os movimentos são reproduzidos pelos instrumentos dentro do abdome, que entram por pequenas incisões, como na videolaparoscopia.
Visão 3D em alta definição, ampliada e controlada pelo próprio cirurgião
Instrumentos articulados, que dobram como um punho e alcançam áreas de difícil acesso na pelve
Filtro de tremor e escala de movimento, que deixam gestos finos mais estáveis
Um segundo cirurgião ao lado da paciente durante toda a cirurgia, como exige o CFM
As três técnicas tratam as mesmas doenças. O que muda é o acesso, a visão do cirurgião e a recuperação.
Acesso: Corte no abdome, em geral de 10 a 15 cm
Visão do cirurgião: Direta, sem ampliação
Instrumentos: Manuais
Internação: 2 a 4 dias
Retorno às atividades leves: 4 a 6 semanas
Melhor uso: Úteros muito grandes ou situações específicas
Custo e cobertura: Coberta pelos planos
Acesso: 3 a 4 incisões de 5 a 10 mm
Visão do cirurgião: 2D no monitor, câmera segurada por um auxiliar
Instrumentos: Retos e rígidos, com movimentos limitados
Internação: 24 a 48 horas
Retorno às atividades leves: 1 a 2 semanas
Melhor uso: A maioria das cirurgias ginecológicas
Custo e cobertura: Coberta pelos planos
Acesso: 3 a 5 incisões de 8 a 12 mm
Visão do cirurgião: 3D ampliada, câmera controlada pelo cirurgião
Instrumentos: Articulados, com movimento de punho e filtro de tremor
Internação: 24 a 48 horas
Retorno às atividades leves: 1 a 2 semanas
Melhor uso: Casos complexos: endometriose profunda, miomas múltiplos, aderências
Custo e cobertura: Custo maior; cobertura varia conforme o plano e o hospital
Os prazos são médias e variam conforme o procedimento e a recuperação de cada paciente.
Em cirurgias simples, a videolaparoscopia convencional costuma ter resultados semelhantes. A robótica traz mais vantagem quando a cirurgia exige dissecção delicada ou muitos pontos:
Endometriose profunda, com comprometimento de intestino, bexiga ou ureter
Miomectomia com miomas múltiplos ou grandes, que exige sutura cuidadosa do útero
Histerectomia em útero volumoso
Aderências por cirurgias anteriores
Pacientes com obesidade, em que a visão e o alcance dos instrumentos fazem diferença
A escolha da técnica é feita depois da avaliação e dos exames. Quando a videolaparoscopia convencional resolve bem o caso, ela também é uma ótima opção.
Retirada do útero com pequenas incisões, indicada em miomas, adenomiose e sangramentos que não respondem ao tratamento clínico.
Retirada dos miomas preservando o útero, com sutura precisa da parede uterina, importante para quem deseja engravidar.
Remoção dos focos de endometriose, inclusive em locais de difícil acesso, como ligamentos, intestino e bexiga.
Retirada do cisto com preservação do tecido ovárico saudável.
No Brasil, a cirurgia robótica é regulamentada pela Resolução CFM nº 2.311/2022. Ela exige que o cirurgião tenha título de especialista na área e treinamento específico em robótica, que a equipe tenha dois cirurgiões e que o procedimento seja feito em hospital de alta complexidade com serviço de cirurgia robótica.
O robô faz a cirurgia sozinho?
Não. O robô é um instrumento. Todos os movimentos são comandados pelo cirurgião no console, com outro cirurgião ao lado da paciente durante todo o procedimento.
A cirurgia robótica é melhor que a videolaparoscopia?
Depende do caso. Nas cirurgias complexas, a visão 3D e os instrumentos articulados ajudam na precisão. Nas cirurgias mais simples, os resultados costumam ser semelhantes. A indicação é individual.
O plano de saúde cobre cirurgia robótica?
A cobertura varia conforme o plano, o contrato e o hospital. Na consulta, o caso é avaliado e você recebe as informações para consultar o seu plano.
Como é a recuperação?
Semelhante à da videolaparoscopia: alta geralmente em 24 a 48 horas e retorno às atividades leves em 1 a 2 semanas, conforme o procedimento.
O robô não opera sozinho: o cirurgião controla cada movimento
Visão 3D ampliada e instrumentos com movimento de punho
Mais vantagem em casos complexos, como endometriose profunda e úteros volumosos
Regulamentada pela Resolução CFM nº 2.311/2022
Consulta presencial na Asa Sul ou teleconsulta. Atendimento particular e por alguns convênios: confirme o seu pelo WhatsApp.
Ginecologista e obstetra com atuação em endometriose, mioma uterino e cirurgia ginecológica minimamente invasiva.
CRM-DF 14030 · RQE 7551 · RQE 8772
Consultório
Clínica Mabella – Centro Clínico Advance
SGAS 915, Lote 70A, Sala 203
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